Como é que gere o seu stress?
Como é que gere o seu stress?
Convive bem com ele ou nem por isso?
O stress pode ter dois efeitos. Gerar uma adrenalina que faz com que uma pessoa leve tudo à frente ou criar uma tensão nervosa que acaba por gerar uma ansiedade insuportável.
Em qual destas extremidades se encontra? Este teste dá-lhe a resposta e ainda lhe fornece pistas para que possa viver uma vida mais tranquila!
Pontuação: 18 Pontos
Faz tudo o que pode para combater o stress. Tem a clara noção de que quanto mais adiar um assunto menos probabilidades terá de se sentir tranquilo e procura fazer tudo para antecipar cenários para evitar constrangimentos. O problema é que nem sempre tudo corre como o planeado e as mais de cinco horas que gastou para planear uma reunião, uma entrevista de emprego ou até uma viagem podem revelar-se um desperdício, deixando-o ainda mais stressado ou irritado com a situação. Lembre-se que nem tudo depende de si e que há coisas que não pode controlar. Relaxe mais e viva mais o momento em vez de se preocupar tanto com o futuro!
Sabe descontrair?
Faça uma pausa e descubra a resposta
Um dos grandes males da nossa sociedade actual é o stress. Stress no trabalho, stress em casa com a família, stress em compras, stress em viagem... Parece sempre que temos mil e uma coisas para fazer mas muito pouco tempo para as concretizar.
Aproveite para respirar fundo enquanto faz um pequeno intervalo, respondendo às perguntas que se seguem, para descobrir os factores que lhe causam maior tensão.
Pontuação: 60 Pontos
Deixa-se afectar pelo stress em mais situações do que desejava. Tem dificuldade em controlar as crises laborais, familiares, amorosas e muitos dos problemas, até secundários, que vão surgindo no seu dia-a-dia, pelo que tem uma contínua sensação de desassossego e intranquilidade. Fazia-lhe bem experimentar uma técnica de relaxamento profundo como o Yoga ou o Tai-chi.
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Inspire, expire...
Sente que já está novamente a precisar de férias? Aproveite todos os seus tempos livres e vá para fora... apanhar ar!
Não há nada melhor do que viver ao ar livre. Já se esqueceu dos seus dias de infância passados na rua ou das suas aventuras durante as férias? Desde as esplanadas para os menos activos até aos desportos radicais, há sempre uma rua que serve os seus gostos.
Salte do sofá. Não precisa de equipamento complicado, é só transferir a sua vida para a rua, mesmo que o máximo de exposição ao ar livre que a sua casa proporcione seja... uma varanda.
Pode não servir para nada no Inverno mas, se a sua varanda for aberta, pode e deve aproveitá-la nos dias em que está bom tempo. Invista numas cadeiras com ar de praia e monte aí o seu quartel-general.
Vista-se a preceito, de calções e t-shirt e equipe-se com um refresco, um cocktail ou um prato de fruta.
Leia o jornal ou um livro como se estivesse na esplanada e, mesmo se tiver de trabalhar, irá custar-lhe muito menos. Sempre que possível, passe a fazer as suas refeições na varanda, vai ver que até o espírito familiar sai recompensado, especialmente se todos ajudarem na preparação, do pequeno-almoço ao jantar.
Apostem em comidas ligeiras, como saladas, com muitos legumes e fruta, peixe, gambas ou atum em conserva, sumos naturais e fruta de sobremesa. Não só dão menos trabalho a preparar, como fazem bem à linha.
Jardim-sala
Se tiver a sorte de ter jardim, transforme-o numa sala de estar. Uma mesa para as refeições, cadeiras confortáveis e um guarda-sol e está pronto. Para a noite, decore o seu jardim com velas, colocando-as dentro de suportes protegidos do vento, conseguindo a atmosfera perfeita.
Se tiver piscina, tenha especial cuidado com crianças, investindo, para além da vigilância constante, em protecções especiais, como uma grade com, pelo menos, 110 centímetros de altura (para saber mais consulte www.apsi.org.pt).
Plantar um jardim e vê-lo crescer é recompensador. Quem diz um jardim diz uma hortinha, um bocado de relva ou um vaso na varanda de casa. Se tiver filhos, ainda melhor.
Deixe-os aprender os efeitos da água e do sol nas plantas, a necessidade de dar atenção e cuidar destes seres vivos silenciosos e aquilo que nos dão em troca, como um ambiente mais puro.
Atenção à postura quando faz jardinagem e faça algumas pausas. Se quiser ser mestra na arte de plantar, consulte o site da revista Jardins ou conte com a ajuda do Jardim Botânico da Ajuda (www.jardimbotanicodajuda.com), em Lisboa, ou dos Jardins de Serralves (www.serralves.pt), no Porto.
Nada é outra das coisas boas que pode fazer no jardim, especialmente se for numa espreguiçadeira. Pegue na sua colecção da saber viver e ponha em dia a leitura dos artigos que ainda não teve tempo para ler.
Praia em movimento
Agosto já lá vai mas, este mês, ainda pode fazer praia. Toda a gente sabe o que é preciso levar para o areal: protector solar, água, toalha, óculos de sol, uma revista ou um livro, chapéu e guarda-sol, raquetes, bola e um lanchinho. No entanto, não fique a tostar na toalha, vá dar um mergulho, um passeio ou uma corrida, dê uso às raquetes ou jogue à bola.
Transfira os seus exercícios do ginásio de atmosfera controlada para a praia. Reforce a protecção solar periodicamente e não se esqueça que, especialmente se estiver com os seus filhos, deve fugir da praia entre as dez e as 16 horas.
Com 800 km de costa, em Portugal é fácil e rápido chegar a uma praia. Opte pelas de bandeira azul, o que representa boa qualidade da água, informação, educação e gestão ambiental, equipamentos e acessos apropriados.
Desporto na rua
O bom tempo presta-se a exercício físico ao ar livre. Qualquer que seja o seu desporto, há um local para o fazer no exterior. Se é amigo da passadeira, vá andar ou correr nos passeios marítimos e, se no ginásio usa a bicicleta estática troque-a pela bicicleta verdadeira e vá conhecer os trilhos espalhados pelo país.
Faça algo que nunca fez antes: desça um rio em canoa ou aprenda a fazer escalada. Escolha o meio que pretende explorar — ar, terra ou água — e siga as sugestões e actividades que encontra aqui. Ideias não faltarão!
Dias divertidos
Esteja onde estiver, eis algumas actividades simples que os mais pequenos adoram:
Campo
Tratar dos animais
Plantar uma flor
Apanhar fruta da árvore
Tentar descobrir o nome das flores
Dar um passeio de pónei, de cavalo ou até de burro
Visitar o centro da aldeia
Cidade
Fazer biscoitos de todas as formas, feitios e sabores
Escolher a fruta e legumes no mercado
Explorar o castelo da cidade como se vivesse no tempo dos reis
Andar de autocarro ou metro e ser ele a validar o bilhete
Fazer uma festinha com os amigos
Criar obras de arte com colagens e desenhos e organizar uma exposição
Praia
Pintar as pedras e conchinhas da praia
Fazer castelos na areia
Aprender a nadar com barbatanas
Ver os peixinhos com óculos de mergulhar
Fazer um campeonato de futebol na areia
Contar os barcos no horizonte
Texto: Joana Andrade
A responsabilidade editorial desta informação é da revista "Saber Viver"
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Está à beira de um ataque de nervos?
Faça este teste e descubra em que nível de stress se encontra
Problemas com o marido, preocupações com os filhos, excesso de trabalho no emprego, novos desafios profissionais... Cada vez tem mais exigências e menos tempo para as cumprir?
Todos temos um limite a partir do qual a nossa resistência cede mas algumas pessoas atingem-no mais depressa do que outras. Está próxima de atingir o seu?
Fonte: http://saude.sapo.pt/prevenir
Pontuação: 12 Pontos
Ou põe um pé no travão e aprende a relaxar ou vai acabar por entrar num círculo vicioso do qual vai ser difícil escapar. Quando uma situação lhe provoca ansiedade, o seu organismo prepara-se para enfrentar esse risco: libertam-se hormonas, o coração bate mais depressa, a respiração acelera, os músculos ficam tensos...
Esta é a reacção natural aos períodos de stress mas, se este for constante, o organismo começa a falhar, tal como acontece a uma máquina que funciona sempre no máximo. Se sentir que está a viver numa situação limite, peça ajuda a um especialista e siga estes conselhos:
Atenção aos sintomas. Abrande quando sentir que a tensão e o nervosismo são exagerados.
Faça exercício regularmente. O desporto é fundamental para libertar endorfinas e aumentar a sua resistência física ao stress. 30 minutos de exercício por dia vão ajudá-lo a despejar a sua mente e a dominar o stress.
Aprenda a relaxar. Elimine a tensão através de técnicas de relaxamento.
Aumente a sua serenidade. Ingira alimentos que ajudam a superar o stress. Os alimentos ricos em magnésio (cereais integrais, legumes, frutos secos e mariscos), em vitamina C (frutas e verduras), em potássio (bananas), em vitamina B1 (queijos e levedura de cerveja) e em vitamina B5 (salmão e couve-flor) ajudam a reduzir os níveis de tensão.
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Mas eu estou calma!
Cinco situações em que poderia perder a cabeça mas, com a nossa ajuda, vai mantê-la no lugar
O anúncio não é português, mas poderia perfeitamente ser. Uma mulher vagueia pelo supermercado com o seu filho e eis que ele se detém perante uma prateleira e exige que lhe compre uma guloseima. Ela rejeita o pedido. Ele insiste. E insiste. E insiste. Até que se atira para o chão e berra. O que faz a mulher? Não, ela não tenta acalmá-lo, nem lhe faz a vontade. Simplesmente... também se atira para o chão e berra tanto ou mais do que ele. A criança fica atónita, o assunto resolvido. É claro que, fora do ecrã, por maior que fosse a nossa vontade, não reagiríamos assim. Seja por vergonha, seja por bom senso. Então, qual a melhor forma de actuar face a situações que facilmente nos fazem perder o controlo? Caso a caso, as orientações do psicólogo Vítor Rodrigues põem fim à sua dúvida.
Se não dou ao meu filho o que ele quer, simplesmente atira-se para o chão e ... berra
O que deve fazer «Fale com ele calmamente. Explique-lhe que há razões para não lhe dar o que ele quer e quais são elas. Repita calmamente o que está a dizer, as vezes que forem precisas. Considere a situação como um bom treino de paciência e pedagogia. Faça-o recordar outras ocasiões em que ele se comportou de outro modo e como isso foi positivo, maduro. Aguarde que o seu filho se cale e, passado algum tempo, mostre-se satisfeita por ele ter compreendido.»
O que não deve fazer «Render-se e dar-lhe o que ele pede só para que se cale. Se o fizer, estará a ensinar-lhe que “se eu berrar o suficiente, terei o que quero”. Não se irrite ou bata. Estará a transmitir-lhe a ideia que para obter o que pretendemos a violência é uma boa opção ou que ele não tem direito a desejar coisas.»
Quando vejo que o meu companheiro deixou tudo desarrumado fico fora de mim...
O que deve fazer «Respire fundo dez vezes. Pense que surgiu uma oportunidade para testar as suas habilidades de auto-controlo e afirmação construtiva. Fale com ele começando por descrever o comportamento que lhe desagradou; prossiga dizendo o que sente perante isso e quais os inconvenientes de tal comportamento. Por fim, faça sugestões sobre o comportamento dele e quais os benefícios que isso traria para si. Ou peça que seja ele a dá-las.»
O que não deve fazer «Avaliá-lo e apelidá-lo de desmazelado ou outros adjectivos negativos. Isso poderá colocá-lo logo na defensiva ou no contra-ataque. Tente não irritar-se e perder a razão.»
Estou atrasada para uma reunião e bato com o carro. O outro condutor insulta-me e estou sem bateria no telemóvel...
O que deve fazer «Respire fundo 20 vezes. Deixar-se irritar ou amedrontar só irá atrasá-la e trazer-lhe mais dissabores. Diga ao outro condutor que não está a insultá-lo e preferia que ele não fizesse o mesmo. O seu objectivo é resolver a situação de forma honesta e útil para ambos. Sugira soluções como preencher uma declaração para os seguros em conjunto. Procure ajuda junto de outras pessoas, nomeadamente para lhe emprestarem um telemóvel. Se necessário, explique ao outro condutor que, se continuar a insultá-la, será obrigada a voltar-lhe as costas e procurar alguém que a proteja e seja mais razoável.»
O que não deve fazer «Perder o controlo, assustar-se ou entrar num jogo de contrainsulto. Medir forças. Isso poderia ser inconveniente ou mesmo perigoso para si.».
Estou cheia de trabalho, mas o meu chefe decide atribuir-me mais uma tarefa. Não tenho coragem de dizer nada porque tenho em vista uma promoção...
O que deve fazer «Recorde ao seu chefe as tarefas que já está a desempenhar e explique-lhe que mais essa poderá ser excessiva e comprometer a sua motivação e o seu bom desempenho nas restantes. Se já tiver deixado passar a ocasião, poderá explicar-lhe que não avaliou bem a situação de imediato e está cheia de boa vontade mas... (releia as linhas anteriores). Explique-lhe que se considera uma profissional competente e pretende assegurar que não vai baixar a fasquia por estar a aceitar trabalho excessivo. É muito perigoso deixar nos outros a impressão de que não há limite para o grau em que podem fazer-lhe exigências ou para a sua boa vontade. Raramente, ou nunca, as pessoas que não expressam os seus direitos nem os seus sentimentos são mais respeitadas por isso».
O que não deve fazer «Aceitar simplesmente sem nada dizer ou presumir que o seu chefe tem uma bola de cristal que lhe dirá o que você sente, quais são os seus limites, direitos. Ficar revoltada em silêncio e planear ir ter com um feiticeiro vodu para que faça cair todo o cabelo ao seu chefe. Procurar aguentar, estoicamente e com Prozac, uma situação que você pode estar a ajudar a criar».
Sem querer, apanho as minhas colegas de trabalho a dizerem mal de mim...
O que deve fazer «Respire fundo... Lembre-se que o mal que dizem de nós pode ou não ser verdade e não implica forçosamente nada de negativo da nossa parte. Peça-lhes que expliquem qual a razão para o que disseram ou, simplesmente, descreva o comportamento delas e o que está a fazê-la sentir. Faça isso de modo frontal e honesto mas, na medida do possível, não agressivo nem deprimido. Sugira ou peça soluções».
O que não deve fazer «Reagir de modo impulsivo. Avaliá-las ou atacá-las de imediato. Considerar que, se estão a dizer mal de si, você não deve mesmo prestar para nada ou que, se estão a dizer mal de si, elas não devem mesmo prestar para nada...»
Texto: Nazaré Tocha com Vítor Rodrigues (psicólogo)
A responsabilidade editorial desta informação é da revista "Saber Viver"
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