A EMBOLIZAÇÃO UTERINA EM PORTUGAL - Um caso em muitos... Infelizmente!

A Embolização Uterina em Portugal é ainda uma técnica bastante recente e "embreonária", com um longo processo de desenvolvimento a percorrer:

- Em Lisboa - aplicou-se a técnica pela primeira vez, em Junho de 2004, é um Catedrático da Faculdade de Ciências Médicas da Universidade Nova de Lisboa, chefe do serviço de Radiologia do Hospital de Santa Maria de Lisboa, que desenvolve esta técnica num hospital privado. O procedimento fica por 4200 euros no total!

- Em Coimbra, Clínica Universitária de Imagiologia dos Hospitais da Universidade de Coimbra, a técnica é sujeita a um estudo e avaliação a partir de um artigo publicado [no "European Journal of Radiology", 54, (2005) pp. 136-147] e onde algumas conclusões são apontadas. Os resultados desta análise (com base em resultados de embolizações em 50 mulheres que foram monitorizadas durante 8 anos) que compara as várias técnicas de tratamento de miomas são importantes para uma opção informada. [Ver Fonte: http://www.huc.min-saude.pt/imagiologia/biblio_data/embolizacao_miomas_uterinos.pdf]

COMO PILATOS "DAQUI LAVO AS MINHAS MÃOS..."

A estratégia de "Pilatos" - "Daqui lavo as minhas mãos..." é uma prática corrente após a embolização.
Por isso cuidado! Trata-se de uma técnica dispensiosa, logo deveria haver uma maior aposta na qualidade do serviço.
Mas as falhas são muitas: não existe um acompanhamento sistemático e de qualidade, não existe uma equipa multidisciplinar formada por radiologistas, ginecologistas, anestesistas, e mesmo psicólogos..., não existe uma "monitorização" adequada à evolução de cada caso!

Por isso, e após a embolização a doente é deixada "à sua sorte", sem um encaminhamento adequado para uma especialidade que possa "monitorizar", aconselhar e tratar!

Se optarem pela realização da embolização uterina em Portugal, preparem-se para um caminho solitário e repleto de dúvidas, pois a embolização uterina é muito contestada pela grande maioria dos ginecologistas, mas também sem grande apoio por parte dos radiologiastas.

O radiologista que se dedica à aplicação da técnica não dá o necessário apoio - a equipa não é multidisciplinar - o encaminhamento da doente para outras especialidades não é feito. E no final a doente é deixada entregue a sí própria! "Pois, o que havia a fazer foi feito!"

Mas, não é assim! Ainda há muito por fazer!... Agora é que o acompanhamento médico tem de ser feito periodicamente, com mais atenção e maior cuidado!

Se a doente tem conhecimentos, meios financeiros e niciativa para procurar "dar a volta por cima" e, com a ajuda de um ginecologista, procurar seguir o seu problema e fazer os exames necessários, muito bem! Caso contrário, fica entregue à depressão...

Pois, há que pensar no futuro e nas consequências, há exames para serem feitos periodicamente (no fim do 1º mês, ao 3º mês, ao 6º mês, ao fim de um ano, ao fim de um ano e meio e ao fim de 2 anos aós a embolização), os miomas podem reincidir, há também que ponderar (para algumas mulheres) nas possibilidades/contra-indicações de uma gravidez...

EXISTEM EFEITOS COLATERAIS - pequenas sequelas - também na embolização uterina, nomeadamente: corrimento (crónico - resulta da expulsão de produtos de degradação do mioma), ireegularidades menstruais, hemorregias (expulsão do mioma - necessita de intervenção ginecológica imediata), dores articulares, falta de sensibilidade nos membros inferiores com má circulação nas pernas, a bexiga e os intestinos funcionam com outra sensibilidade, etc..

EXISTEM RISCOS (embora mais reduzidos!) - também na embolização uterina, nomeadamente: infecções (contacto com os gérmens intra-cavitários resultantes da necrose no interior do mioma e pode ocorrer até vários meses após a embolização, se não tratada pode levar à septicémia e morte), trombose venosa profunda e tromboembolia pulmonar (estas raras), amenorreia (peri-menopausa), mau funcionamento dos rins (devido à solução injectada na embolização), menopausa percoce, disfunção sexual (controversa e não provada), a gravidez após a embolização deve estar sujeita a um acompanhamento cuidado (risco de prematuridade, abortamento, partos eutócitos, cesariana, hemorregias pós-parto, etc.).

E eventualmente, a histerectomia pode ser a única solução, mesmo após uma embolização!

Ver Fonte: "Miomas e infertilidade: bases fisiopatológicas e implicações terapêuticas" de Ana Luiza Berwanger da Silva, Samuar Albano Seibel, Edison Capp e Helena von Eye Corleta - Departamento de Ginecologia e Obstetrícia. Faculdade de Medicina da Universidade Federal do Rio Grande do Sul. Rua Ramiro Barcelos, 2400, 4º andar. Porto Alegre, RS, Brasil. CEP: 90.035-003"

ATENÇÃO - ["A embolização de vasos uterinos tem sido utilizada desde o início dos anos 90. Essa técnica envolve a introdução e manipulação de um cateter via artéria femoral até as artérias uterinas, seguidas da injeção de uma substância esclerosante, com o objetivo de embolizar o fluxo sangüíneo essencial do mioma. Ela é baseada no fato de que os miomas são particularmente suscetíveis à degeneração, pois seu rápido crescimento exige um aumento proporcional de seu suprimento sangüíneo, o qual nem sempre é suficiente. Além disso, sabe-se que o miométrio normal rapidamente desenvolve uma nova vascularização através de vasos colaterais.(...) Falha de técnica, que ocorre em aproximadamente 10% dos casos, em geral é associada a úteros de grandes tamanhos, mioma único maior de 8,5 cm, embolização incompleta, variações anatômicas ou adenomiose coexistente. (...) Algumas complicações significativas, entretanto, são observadas após o emprego deste tipo de tratamento, tais como dor intensa no período pós-operatório, febre, cólicas abdominais, infecção, hemorragia, grande necrose tecidual e até mesmo retardo no diagnóstico de um leiomiosarcoma. A principal e mais danosa, porém, é a Falência ovariana precoce secundária à interferência no suprimento sangüíneo ovariano. Essa complicação é descrita em cerca de 5% a 14% dos casos, ocorrendo principalmente em mulheres por volta dos 40 anos. É possível que essa complicação se deva à embolização de vasos adjacentes, devido às anastomoses uterino-ovarianas. Assim, pode-se deduzir que esta não é uma opção terapêutica para pacientes que desejam preservar a fertilidade."]

CONCLUSÃO: ÚTERO - "TER OU NÃO TER"? EIS A QUESTÃO!...

Mas, quando tudo é uma "questão de útero", a simples questão do LUCRO não deve sobrepôr-se ao verdadeiro, concreto e eficaz apoio humano! As inúmeras situações de mulheres que querem preservar o seu útero não devem servir apenas para serem "exploradas" por qualquer um!

É IMPORTANTE LEMBRAR QUE A DECISÃO PELO TRATAMENTO SOMENTE COMPETE À PRÓPRIA MULHER!
UMA MULHER BEM INFORMADA É UMA MULHER CONSCIENTE E CAPAZ PARA TOMAR AS DECISÕES CERTAS.
UMA MULHER BEM INFORMADA TERÁ "FERRAMENTAS" PARA SABER EXIGIR E LUTAR PELOS SEUS DIREITOS PERANTE O PROFISSIONAL QUE TERÁ A RESPONSABILIDADE DE CUIDAR DA SUA SAÚDE - SEJA QUAL FOR A ESPECIALIDADE DESSE MÉDICO.

É importante sabermos os nossos direitos e deveres perante uma situação de pré, durante ou pós-tratamento, seja qual for a técnica pela qual tenhamos optado - Histerectomia, Miomoctomia ou Embolização Uterina.

Temos sempre o direito a um tratamento e a um acompanhamento de qualidade!

Ester Lopes, 31 anos -

Ester Lopes, 31 anos - Algarve.
A minha história começa como tantas outras, Maio de 2009, uma consulta Ginecológica de rotina para realizar análises e exames e começar a tentar engravidar pela 1ª vez, a minha Ginecologista detecta a existência de um mioma de dimensões consideráveis, encaminha-me para realizar uma eco e posterior RM. A eco foi realizada numa Clínica bem conceituada em Faro. A falta de ética e profissionalismo da Técnica que me realizou a eco é indescritível, a 1ª questão que me colocou foi para saber a minha idade e se já tinha estado grávida (nunca tinha estado grávida), em seguida começa a opinar referindo constantemente e friamente que eu não teria qualquer alternativa e que teria de "tirar tudo" e perder o útero, senti o mundo desabar sobre mim e não tive reacção de resposta ao atendimento desastroso que estava a receber.
Pasadas cerca de duas semanas voltei a ser cosultada pela minha Ginecologista e soube que se tratava de um fibromioma com cerca de 8 por 6 cm. Fui de imediato aconselhada a marcar uma consulta no Hospital de St. Louis com o Prof. Dr. Martins Pisco para posterior embolização.
A consulta com o Dr. Pisco trouxe-me novamente esperança e tranquilidade quanto à minha situação.
Em 22 de Junho de 2009 fui submetida à embolização, tudo correu como previsto.
Nos 6 meses seguintes segui todas as recomendações indicadas, nomeadamente e realização de novas análises e RM.
Em 27 de Janeiro de 2010 recebi um telefonema do Dr. Pisco e soube que já não tinha mioma, foi expelido por completo.
Este é o meu testemunho para todas as mulheres que sentem não ter alternativa senão perder o útero, felizmente temos alternativa, a embolização como tratamento de sucesso.

Dúvidas - Pós - Operatório

Boa noite, Sra Ester,

Venho por meio deste solicitar em nome de uma amiga, a qual submeteu a recente procedimento de embolização, informações quanto algumas sensações no pós - operatório, especificamente, na região da coxa.

De todo modo, obrigada pela atenção, parabéns pelo resultado e fique sempre com Deus.

Olá Ester. Li a sua historia

Olá Ester.
Li a sua historia e passa-se exactamente a mesma situação comigo. Fui ao ginecologista, que me mandou fazer exames de rotina, e foram detectados alguns miomas de dimensões consideráveis( um de 6,9 cm e outro de 4 cm), eu ainda não tenho filhos, tenho 25 anos e estou bastante assustada.
Gostaria de saber se a embolização dos miomas funcionou, já está a tentar engravidar?
Aconselha-me o Dr. Martins Pisco? Ou acha que devo tentar contactar outro médico no estrangeiro? Também li, acerca de outra nova técnica o Exablate, agora não sei é se poderá ser utilizada em miomas de dimensões tão grandes.
Muito obrigada pelo seu testemunho, depois de tantas más noticias é óptimo saber que temos sempre outra alternativa, dá-nos animo e fé, de que tudo irá correr bem.

Olá!! É bom sentir que posso

Olá!!

É bom sentir que posso ajudar, não hesite nem adie e marque uma consulta com o Prof. Dr. Martins Pisco no Hospital de Saint Louis, tenho a certeza que vai receber os melhores conselhos possíveis.
Não conheço o processo Exablate.
Na minha situação, após 6 meses de ter sido submetida à embolização não tenho o mioma, fui expulso pelo próprio organismo.
Já posso pensar em engravidar logo que o deseje.

Boa sorte.

Miomas

Olá a todos!
Estou a passar por uma situação de dúvidas. A última vez que fui a ginecologista ela me deu duas opções: retirada do útero ou embolização uterina. Tenho 40 anos, não sou mãe e gostaria de ver meu útero preservado.
Na semana passada um médico me disse que é urgente a retirada dos miomas pois já estão hemorrágicos.
Estive a procurar na net informações sobre a embolização quando me deparei com uma clínica no Brasil que oferece outra alternativa: ExAblate. Um tratamento feito com ressonancia magnética e ultrassonografia.
Fiquei com mais dúvidas ainda.
Alguém sabe me dar informações sobre esta outra alternativa?

Embolização de Miomas

Chamo-me Anabela e tenho 40 anos.
Há uns anos foram-me diagnosticados fibromiomas, tendo em Abril de 2009 começado a ter hemorragias enormes que me impediam de ir trabalhar, condicionando a minha vida.
Em poucos dias fiquei completamente anémica e num estado de fraqueza enorme.
Numa consulta para análise de exames a minha Ginecologista sugeriu-me que fizesse a Embolização dos Miomas, podendo em alternativa optar pela cirurgia, que no meu caso teria que ser a tradicional ( barriga aberta ), ficando provavelmente sem o útero, que iria ficar uma " manta de retalhos ", tendo em conta que tinha 3 miomas, de vários tipos e em localizações distintas.
Optei por ir à consulta do Prof. Pisco ( o contacto foi-me facultado pela minha própria médica ), fiz os exames solicitados, que mostrei à minha médica, tendo-me confirmado mais uma vez ser, na sua opinião, essa a melhor solução para o meu caso.
Em Maio fiz a Embolização no Hospital Saint Louis, tendo entrado com hemorragias que diminuiram drásticamente nessa mesma tarde, altura em que tive alta.
Não voltei a ter os sintomas que tinha antes de fazer a Embolização. Fui sempre acompnhada pelo Prof. Pisco. Passados 6 meses fiz os exames de controlo e o mioma maior diminuiu 77%.
Recomendo este procedimento a todas as mulheres em idêntica situação. Acredito que tenha riscos. Mas, se eu tivesse feito cirúrgia, não tinha?

embolização de miomas

ola boa tarde!

Neste momento estou pensar fazer uma embolização mas gostaria de saber mais ou menos quanto custa o tratamento. Se for possivel dar-me algumas informações ou conselhos agradecia imenso.

Parabéns pelos seus resultdos e obrigada pela recomendação.

Maria

Embolização Uterina_A Luz ao fundo do Tunel

Chamo-me Sónia Cardoso. Fui a 1ª Mulher a efectuar uma embolização com o Prof. Martins Pisco.
Fiz 2 Miomectomias em 2002 fiz 3 Fiv´s em 2003.
Após a 3ª Fiv, 2 Ginecologistas disseram que a única hipotese para ter uma vida normal, sem menstruações assustadoras, perdia rios de sangue, não tinha uma vida normal. Era retirar o utero.
Graças a Deus adiei a cirurgia e descobri a embolização num site brasileiro. Um médico do Brasil é que me indicou o Prof. Martins Pisco.
Fui do Porto a Lisboa em Maio de 2004 para o conhecer e não tive qualquer dúvida marquei a embolização para Junho 2004.Contra tudo e todos.
A minha Ginecologista era totalmente contra.
Fiz a Embolização em Lisboa sendo do Porto, mesmo assim arrisquei. Na altura pensei se algo corresse mal estando no Porto não tinha a quem me dirigir. Mas o Sr. Prof. Martins Pisco deu-me muita segurança e arrisquei, no limite teria que fazer uma histerectomia.
Em 2006 aconteceu-me um MILAGRE engravidei. Em 2007 realizei o sonho de ser mãe. Nasceu a minha princesa Catarina. P.f. consulte o meu blog: http://onossomilagre.blogs.sapo.pt/

Embolização Uterina em Portugal

Chamo-me Ianara Rés,
sou brasileira, tenho 36 anos e vivo em Portugal há 10 anos. Há nove anos fui ao Brasil e submeti-me a uma miomectomia para remoção de miomas que me limitavam muito a vida: dores, sangramentos, mal estar e desconforto abdominal.
Nesta altura, não me foi colocada nenhuma alternativa, todos os médicos que consultei em Portugal e no Brasil, sequer me falaram em embolização dos miomas.
Passados 5 anos, após ter o meu primeiro filho, eles voltaram, nesta altura eu já não me conformei com o mesmo veredicto:"fazer nova miomectomia!" mas como da primeira vez a médica não me deu chance de escolher outro tratamento, já me passou os exames e marcou a cirurgia.
Fui pra casa e não me saía da cabeça este assunto, incomodava-me a minha impotência, e sem garantias nenhumas de poder engravidar, pois eu queria outro filho, ficar em casa um mês a recuperar, etc.
Já tinha ouvido falar na embolização uterina numa peça da RTP, uma entrevista com o Dr. Martins Pisco, bastou-me procurar na internet pelo professor e na nossa primeira consulta ficou já tudo decidido:FARIA A EMBOLIZAÇÂO!
Além de todos os esclarecimentos possíveis e imagináveis que uma paciente pede normalmente ao médico, o Dr. Martins Pisco é de uma segurança e competência naquilo que faz que não nos deixa nenhuma dúvida.
Honesto em todas as etapas do pré e pós-operatório, uma equipa fabulosa, um acompanhamento fiel de suas pacientes, e no meu caso, nunca esqueço de suas palavras as colegas que acompanhavam minha cirurgia: "Atenção que esta senhora ainda quer ter mais um filhote!" , optei pela acunpuntura para analgesia e tive uma recuperação fabulosa.
Minha cirurgia foi um sucesso, os miomas praticamente desapareceram e há 4 meses nasceu minha filha tão desejada.
Durante todo este tempo recebi sempre o acompanhamento e a voz amiga deste profissional espectaculer que é o Dr. Martins Pisco, principalmente durante a gravidez.
Quero finalizar o meu depoimento, aconselhando a todas as mulheres a embolização uterina, e dizer que em Portugal mesmo que ainda esteja a dar os primeiros passos, com a equipe do Dr. Martins Pisco, são passos seguros e de sucesso, eu me orgulho de ser a prova disto.
Obrigado
Ianara Rés

EMBOLIZAÇÃO

Chamo-me Teresa, tenho 48 anos.
Em Fevereiro de 2008 foi-me diagnosticado um fibromioma, tendo o meu ginecologista apresentado como única solução a histerectomia. Tive conhecimento da técnica da embolização uterina através de uma amiga com um problema semelhante e que foi aconselhada pelo seu ginecologista a consultar o Professor Dr.Martins Pisco.Decidi contactar o Hospital St.Louis e dia 13 de Agosto de 2008 tive a minha primeira consulta. Desde a forma como foi explicada a técnica até à documentação,cuidadosamente preparada, com "Informação Importante sobre Embolização de Fibromiomas",contendo já os contactos directos da equipa para esclarecimento de quaisquer dúvidas que ainda existissem,transmitiu-me uma grande confiança. Afinal, havia alternativa à histerectomia. No dia 8 de Novembro de 2008 submeto-me à Embolização. Para além de uma terapeutica não invasiva, para mim foi uma terapeutica indolor. Saí do Hostpital St. Louis no próprio dia, pelo meu próprio pé. No dia seguinte recebi um telefonema do Professor Martins Pisco para fazermos o "ponto da situação".Falámos telefonicamente mais duas ou três vezes e encontrámo-nos na Reunião Cientifica sobre Embolização Uterina em Março de 2009.Saliento a importância deste Encontro para o qual são convidadas todas as pacientes bem como ginecologistas e radiologistas nacionais e estrangeiros.Um elo muito importante neste processo. Dois meses depois, aquando da realização dos meus primeiros exames periódicos(6 meses)soube que o meu mioma apresentava uma redução de 89%.E porque concordo que "uma mulher bem informada é uma mulher consciente e capaz de tomar decisões certas", aconselho todas as mulheres portadoras de miomas a "ouvirem" o Professor Dr.Martins Pisco.A chamada segunda opinião. Porque não?

A Embolização devolveu-me a minha qualidade de vida...

Olá chamo-me Sónia tenho 35 anos e sou do Porto.

Em Abril de 2008, foi-me diagnosticado um fibromioma. Nesse mesmo instante a minha ginecologista, aconselhou-me em retirar o mesmo, recorrendo à cirurgia e sem me garantir a preservação do meu útero. Segundo a mesma, somente no decorrer da cirurgia é que se iria verificar a possibilidade ou não, de preservar o útero. A sua frieza foi de tal ordem, afirmando que a preservação do útero era para segundo plano, “…uma vez que já era praticamente impossível engravidar e era…”. Fiquei desolada com a resposta da Doutora e muito receosa, uma vez que ambicionava ser mãe num futuro próximo.

Com o medo de perder o meu útero, fui deixando arrastar a situação até ao dia em que tive uma conversa com uma colega de trabalho, que me deu a conhecer um procedimento novo, que era designado de Embolização Uterina. Não envolvia cirurgias muito invasivas e acima de tudo, garantia a preservação do útero.

Através de pesquisas na internet, descobri que este novo procedimento era realizado em Portugal, no Hospital St. Louis pelo Professor Dr. Martins Pisco.

Em Julho de 2008, fui à minha a primeira consulta com o Dr. Pisco. O Doutor esclareceu-me todas as questões relativamente ao procedimento, exames a fazer, pós-operatório, efeitos e sintomas pós-operatório, etc… Após realização dos exames solicitados e análise dos mesmos (RX pélvico e exames ao sangue), fiquei a sabe que o meu fibromioma já tinha o tamanho de uma garrafa de litro e meio de água.

Uma vez que esclarecida, apesar de receosa, decidi correr “o risco” com a ideia de que pelo menos, se não resultasse, não corria o risco de perder o meu útero e poderia sempre recorrer a tradicional e penosa cirurgia. Senti-me sempre super acompanhada por toda a equipa do Dr. Pisco e pelo próprio. Foram sempre muito atenciosos, preocupados e cuidadosos com o meu bem-estar físico e emocional.

Hoje, aos 1 de Novembro de 2009, já lá vai pouco mais de um ano… O meu mioma, apesar de ainda existir dentro de mim, encontra-se completamente necrosado, ou seja completamente morto e apresenta uma redução de 80%. Por sua vez, o meu útero apresenta uma redução de 77% e esta quase normal. Hoje, sinto-me muito feliz, pois posso olhar para o espelho e ver que já não tenho aquele eterno aspecto de grávida,… deixei de ter o volume abdominal causado pelo mioma e posso usar as roupas que nunca pude usar sem receio…

Também devo de acrescentar que antes de recorrer a embolização, sofria de hemorragias intensas no período, que limitavam a minha qualidade de vida e bem-estar, situação que ficou normalizada pouco tempo após embolização.

Para terminar, aconselho todas as mulheres que sofram do mesmo problema a ponderar em recorrer a embolização, antes de se sujeitarem a uma cirurgia, cujo resultado final acabe na tradicional histerectomia.

Embolização

Chamo me Odete tenho 43 anos, como sou uma pessoa que gosta muito de ler, descobri este site com comentários sobre a Embolização.
Gostava de contar o meu caso, com 39 anos foi me dito pela minha Ginecologista que teria de tirar o meu útero, sim o meu útero, pois devido aos miomas estava do tamanho de uma meloa, (tinha hemorragias de 11 e mais dias, muito abundantes), devo dizer que fiquei em choque.
Vim para casa a pensar que não queria tirar, como é óbvio, tudo o que temos se está no nosso corpo é porque faz falta. Passados uns dias vi na televisão e depois no jornal uma reportagem sobre a Embolização, fiquei muito interessada, fui pesquisar na internet, que já se fazia à alguns anos noutros países, falei com a minha Ginecologista (que é cirurgiã), que meu deu todo o seu apoio.
Marquei consulta no Hospital S. Louis com o Professor Dr. Martins Pisco, o qual devo dizer que achei logo uma pessoa espectacular, fiz todos os exames pedidos pelo Dr. para confirmar se podia fazer e como tal foi me marcada a Embolização.
Que fiz a 31/08/2006.
Logo no primeiro mês a qualidade de vida melhorou de forma espectacular.
Tenho sido sempre acompanhada pessoalmente pelo Dr. Martins Pisco que me telefonou logo nos dias a seguintes à Embolização e telefona regularmente pedindo sempre exames, análises para saber a evolução e como estou.
Passado 3 anos continua a telefonar me e a pedir novos exames, inclusive tenho nova consulta marcada para mostrar as Ressonâncias Magnéticas e Rx à Pélvis.
Para terminar posso dizer que sou um caso de sucesso, o meu útero voltou ao tamanho normal e os miomas estão em necrose 90%.
Quando me perguntam se aconselho ou se voltava a fazer? SIM.
Atenciosamente,